
106 anos não são uma coisa fácil de se fazer. Ter 106 anos de pura jovialidade, paixão e glória é para poucos, no nosso caso, é para um só: A estrela mais brilhante, a que nos guia e ilumina na estrada de louros, a Estrela Solitária do Botafogo.
Primeira paixão deste homem/torcedor que aqui escreve, é o Botafogo o motivo do meu riso, da minha lágrima, da minha alegria. Não ouso culpar algo tão bonito quanto o amor que tenho pelo Botafogo como causador das decepções, pois não se confunde o sentimento com aquilo que é palpável àqueles que envergam essas camisas tão marcantes nas páginas do futebol brasileiro.
O amor é profundo demais para ser maculado assim.
É desse amor que - acredito - partilhamos todos nós. É com essa estrela ardendo no peito que encaramos os desafios que nos são propostos. São essas cores em preto e branco que seguimos hoje e haveremos de seguir por toda a vida e além, se possível.
Com imensa alegria eu celebro mais um ano de vida deste que é o maior amor imaterial que eu possuo nessa vida, parafraseando o enorme botafoguense Roberto Porto.
Com olhos de criança vi, pequeno e pouco conhecedor das coisas, Wagner, Gonçalves, Gottardo, Leandro, Beto, Sérgio Manoel, Donizete e ele, o fanfarrão mais querido pela minha geração (o maior ídolo dela) Túlio Maravilha.
As camisas registraram com seus respectivos números um nº 1 de Manga, 2 de Carlos Alberto, 9 de PC, 6 de Nílton e a mística 7, de Quarentinha, Túlio, Jairzinho e Mané Garrincha.
São as cores e os nomes dos grandes jogadores que vestiram esse manto um dos maiores motivos de orgulho para nós. Mas acima disso tudo há a estrela, que nos une, independente de credo, raça, classe, em um só: Botafoguense.
Por tudo isso,
OBRIGADO, BOTAFOGO!
Primeira paixão deste homem/torcedor que aqui escreve, é o Botafogo o motivo do meu riso, da minha lágrima, da minha alegria. Não ouso culpar algo tão bonito quanto o amor que tenho pelo Botafogo como causador das decepções, pois não se confunde o sentimento com aquilo que é palpável àqueles que envergam essas camisas tão marcantes nas páginas do futebol brasileiro.
O amor é profundo demais para ser maculado assim.
É desse amor que - acredito - partilhamos todos nós. É com essa estrela ardendo no peito que encaramos os desafios que nos são propostos. São essas cores em preto e branco que seguimos hoje e haveremos de seguir por toda a vida e além, se possível.
Com imensa alegria eu celebro mais um ano de vida deste que é o maior amor imaterial que eu possuo nessa vida, parafraseando o enorme botafoguense Roberto Porto.
Com olhos de criança vi, pequeno e pouco conhecedor das coisas, Wagner, Gonçalves, Gottardo, Leandro, Beto, Sérgio Manoel, Donizete e ele, o fanfarrão mais querido pela minha geração (o maior ídolo dela) Túlio Maravilha.
As camisas registraram com seus respectivos números um nº 1 de Manga, 2 de Carlos Alberto, 9 de PC, 6 de Nílton e a mística 7, de Quarentinha, Túlio, Jairzinho e Mané Garrincha.
São as cores e os nomes dos grandes jogadores que vestiram esse manto um dos maiores motivos de orgulho para nós. Mas acima disso tudo há a estrela, que nos une, independente de credo, raça, classe, em um só: Botafoguense.
Por tudo isso,
OBRIGADO, BOTAFOGO!
Um comentário:
Valeu pela visita ao Jornal do Botafogo!! Realmente torcer para o Botafogo é algo especial e 106 anos de puta tradição e ídolos não são pra qualquer um!! Muito bom seu blog, bom saber que tem pessoas espalhando a imagem do Botafogo para fora do Rio! Grande Abraço!!
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